quarta-feira, 21 de junho de 2017

Delegado esclarece toda verdade sobre as diligências do homicídio da Comunidade de Pini

O DPC Lucivelton Santos, em contato com o Blog do Patrocínio esclarece a população que  a Polícia Civil não tem medido esforços para elucidar o assassinato da pescadora Esmeralda Bentes, ocorrido na última quinta-feira (15) na comunidade de Pini, município de Belterra. E que ao contrário do que diz os familiares da vítima  nos meios de comunicações, as policias não mediram esforços e  todas as providências foram tomadas para elucidar o crime em menos de 12 horas, após  o caso vir a tona.
"A mais ou menos 40 dias atrás,  a senhora Esmeralda Bentes procurou esta unidade de Polícia Civil relatando um furto em  sua residência, na ocasião ela apontou o menor N.F.O.,  seu assassino e o nacional Fernando como sendo os autores do crime, inclusive dando conta que teria ido a casa dos pais do menor e relatado tudo ao pai e a madrasta do menor, que por sua vez não gostou do fato. Registrado devidamente o Boletim de Ocorrência, passei para dois policiais civis da Depol irem até a Comunidade de Pini para intimarem os acusados, na ocasião da audiência os dois não compareceram alegando falta de condições para chegarem a delegacia, haja visto, a distância da comunidade e o centro de Beltetrra onde está a Depol. No entanto, na semana seguinte fui pessoalmente intimá-los na comunidade onde encontrei com o pai do menor o qual relatou que por vezes dona Esmeralda Bentes acabava por discutir sobre as atitudes do menor, marquei novamente a audiência e mais uma vez eles não compareceram, o nacional Fernando havia vindo no mesmo ônibus com a dona Esmeralda, no entanto não havia descido na cidade e passado direto a Santarém, na ocasião a dona Esmeralda solicitou que eu fosse lá buscá-los, expliquei que esse procedimento não poderia ser aplicado nesse caso por conta de não haver flagrante e por questões judiciais, mais a orientei a não retornar lá sozinha para que evitasse qualquer outra desavenças com a família do menor então ela disse que voltaria para Santarém e que depois iria a comunidade, então eu lhe relatei que quando ela retornasse eu iria até a comunidade tentar mais uma vez resolver essa questão do furto. Na quarta ela retornou para a comunidade onde infelizmente o caso tomou desfecho infeliz. Na ocasião, imediatamente fomos informados e tomamos todas as providências para elucidar o caso e em menos de 12 horas do caso vir a tona já estávamos com os dois suspeitos na prisão, na ocasião o menor arrolou o nacional Fernando como participante do assassinato, no entanto, o mesmo prova que não havia retornado a comunidade, inclusive apontando testemunhas de que ele esteve em Santarém desde o dia em que desceu da comunidade com a vítima no mesmo ônibus, fazendo uma acariciação o menor acabou inocentando o nacional Fernando do crime e relatou com cheio de detalhes como tudo ocorrera.  Em relação ao atendimento prestado ao senhor Gutemberg Junior o qual me acusa de negligenciar o fato, quando o encontrei na delegavia ele usou de ironias e depressiação ao nosso trabalho e eu falei que nao ia falar com ele daquele jeito, (o mesmo estava muito alterado, com razao) até pra me resguardar e resguardá-lo a fim de evitar qualquer alteração de ânimos, depois ele me ligou eu estava na Fasepa fazendo procedimentos para a entrada do menor quando me  derrespeitando e me acusando de negligenciar o fato ocorrido anteriormente, por ocasião do fato e de sua dor eu lhe falei que ia desconsiderar as suas acusações e ofensas, inclusive eu disse que se ele achasse que a polícia  havia pecado em alguma coisa que ele estava livre para procurar os seus direitos, mais em nenhum momento o tratei de maneira agressiva e desrespeitosa, muito pelo contrário. Por esta razão, é injusta a acusação e alegação em rede social, dando margem a comentários agressivos e maldosos em relação ao nosso trabalho, de pessoas  que desconhecem o fato como é, e o andar de investigações criminais, tornando o nosso trabalho, tratado por nós com seriedade e clareza depreciado e marginalizado pela população, por isso, em posse de provas dessas falsas alegações estamos entrando com representações contra as pessoas que em seus comentários nos denegriram e denegriram a imagem de nossa Instituição com o único intuito de subjugar o trabalho desta polícia. Outrossim, entendemos e lamentamos o fim trágico que esta história teve mais que não medimos e não mediremos esforços para elucidarmos e colocar seus autores à disposição da Justiça como já estamos fazendo desde o ocorrido". Esclarece DPC Lucivelton Santos.

3 comentários:

  1. Estranho: o menor assumiu tudo, mas o delegado, fecha afirmando colocar "os autores a disposição da justiça". Então, para a polícia tem mais envolvido?

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  2. japinim fora civil23 de junho de 2017 20:35

    eese delegado é o mesmo bebum que atropelou motos bebado no carnaval,ne´?

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  3. Nossa senhora pena que as pessoas que morrem nao podem voltar e falar a verdade meu Deus ilumine esse delegado, pois minha mãe nao esta mais aqui pra se defender e falar oque realmente se passou. Espero agora pela decisão do MP e espero pela ajuda de Deus, pra mostrar pros cegos quem realmente tem culpa e ta falando a verdade so isso.ENTREGO NA MÃO DE DEUS ESSA NAO FALHA NUNCA. AMÉM

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