A advogada criminalista Maria Odila, ex-detenta que reconstruiu a própria vida após deixar o sistema prisional, voltou a chamar atenção ao rebater o preconceito sofrido durante um julgamento.
Segundo ela, sua trajetória de superação foi usada como argumento para tentar descredibilizar sua atuação profissional. Em resposta, afirmou que ninguém deve ser definido para sempre pelos erros ou circunstâncias que viveu.
A manifestação reacendeu o debate sobre o preconceito enfrentado por pessoas que passaram pelo sistema prisional e reforçou que decisões judiciais devem ser baseadas em fatos e provas, e não em estigmas.
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